segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

PRONASCI - 2012 - ATENÇÃO

Calendário para os cursos da Rede EAD Senasp – 2012

Atividades Ciclo 24 Ciclo 25 Ciclo 26

Inscrições 1ª Parte * 26/01 a 28/01 10/05 a 12/05 16/08 a 18/08

Inscrições 2ª parte ** 29/01 e 30/01 13/05 e 14/05 19/08 a 20/08

Validações das Inscrições 26/01 a 08/02 10/05 a 24/05 16/08 a 30/08

Período de Matrículas 09/02 a 23/02 25/05 a 06/06 31/08 a 13/09

Divulgação das Turmas *** 24/02 a 27/02 08/06 a 11/06 14/09 a 17/09

Aulas 40 h 28/02 a 03/04 12/06 a 10/07 18/09 a 23/10

Aulas 60 h 28/02 a 17/04 12/06 a 24/07 18/09 a 06/11

Fechamento Atividades Tutoria **** 18/04 a 24/04 25/07 a 31/07 07/11 a 13/11

A programação e as datas informadas podem sofrer alterações

* Alunos novos e cadastrados só poderão se inscrever em um curso

** Caso o limite de 200 mil vagas não seja atingido na primeira etapa das inscrições, o aluno já cadastrado poderá solicitar inscrição em mais um curso, até o limite previsto de vagas.

*** Envio de confirmações de matrículas para todos os alunos matriculados no ciclo.

**** Período para o tutor finalizar suas atividades.

Fonte: Concurso PMERJ

Polícias Civil, Rodoviária e Federal abrirão 4 mil vagas

Dos concursos públicos, dois já foram autorizados e um está prestes a ser liberado

Rio - Quem pretende prestar concurso para as polícias Civil, Federal e Rodoviária Federal deve correr contra o tempo e intensificar a preparação. Das três seleções, duas já foram autorizadas e a outra está prestes a ser liberada. Ao todo, são quase 4 mil vagas. A previsão é que os editais saiam nos próximos dias.

Especialistas revelam que as matérias mais cobradas nos três certames são: Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Penal, Língua Portuguesa e Informática. “De acordo com o cargo pretendido, podemos estender a abordagem geral para o Raciocínio Lógico”, acrescenta Leonardo Pereira, diretor do Instituto IOB.

Vale lembrar que é preciso estar atento também às disciplinas específicas. “A PRF, por exemplo, tem a Legislação de Trânsito”, explica Artur Damasceno, supervisor acadêmico do Curso Maxx.

Outro fator destacado por este especialista são as esferas de organização de concursos: “O certame da Polícia Civil é estadual. Já a PRF e a Federal são seleções federais. Com isso, o candidato deve observar a legislação que regula o funcionalismo público, cada qual atendendo seu âmbito”, orienta Damasceno.

Interessados nos três concursos podem estudar ao mesmo tempo, desde que seja estabelecido um plano de estudos. “O critério de seleção deve partir da data da prova, o que neste caso é a Polícia Federal. Estabeleça então uma rotina de estudos que tome 80% do tempo com as disciplinas deste concurso. A partir dele, selecione as matérias que não são comuns dos outros dois, privilegiando a PRF, já que a previsão de vagas para os próximos 3 anos é animadora (4.500)”, orienta diretor do Instituto IOB.

A preparação física para os testes de aptidão, cobrado nos editais das três polícias, é outra parte que merece atenção e dedicação do candidato. “O ideal é que ocorra simultaneamente à preparação intelectual. Os treinos devem ser acompanhados por um profissional habilitado e tudo deve ocorrer de maneira gradativa, saudável, responsável e organizada”, recomenda Damasceno.

Dicas

Quem ainda não começou a estudar pode recuperar o tempo perdido focando em bons cursos e materiais. As dicas são do diretor do Concurso Virtual, Rodrigo Menezes. “O candidato deve fazer muitas questões de provas anteriores para fixar o conteúdo e entender como o examinador se posiciona nos assuntos”, orienta.

As questões de Língua Portuguesa costumam ser maioria nos exames da PF. Segundo Menezes, matérias como Administração, Contabilidade, Microeconomia e Arquivologia têm sido grandes vilãs. “Muitos candidatos priorizam os ‘Direitos’ e deixam de lado essas disciplinas”, alerta o especialista.

É preciso se preparar também para o teste físico, exigido pelas polícias. “Tal qual a preparação dos estudos, a preparação física deve ser feita com antecedência e acompanhada por um especialista”, diz a supervisora Pedagógica do Curso Ícone, Fabiana Gonçalves. O profissional deve auxiliar nas exigências da prova, que incluem teste em barra fixa, teste de impulsão horizontal, teste de corrida e natação.

Organizadora do último concurso da Civil, a FGV tem chance de ser mantida. “A organizadora trabalha com questões de múltipla escolha (5 itens) e os enunciados são curtos, dependendo da disciplina”, explica Paulo Estrella, da Academia do Concurso.

Fonte: O Dia

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Bombeiros do Rio anunciam paralisação em 72 horas

Bombeiros do Rio de Janeiro anunciaram nesta terça-feira que entrarão em greve caso o governo do Estado não dê início à negociação de reajuste salarial da categoria em até 72 horas. Eles fazem uma manifestação em frente à Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro) na noite de hoje.
A ameaça de greve ocorre cerca de seis meses após o protesto que terminou com a detenção de mais de 430 bombeiros que tinham ocupado o quartel central da corporação, no centro do Rio, para reivindicar aumento salarial e outros benefícios.
Após o incidente, o governador concedeu anistia administrativa para os manifestantes e antecipou um reajuste de 5,58% --valor considerado insuficiente por muitos bombeiros.
De acordo com o cabo Benevenuto Daciolo, do movimento SOS Bombeiros, o grupo reivindica a elevação do piso salarial para R$ 2 mil líquidos. Atualmente, esse valor é de cerca de R$ 1.100, segundo ele.
Daciolo diz que o objetivo da paralisação é pressionar o governo sem prejudicar a população. Por isso, os serviços essenciais serão mantidos e 30% da tropa permanecerá no trabalho.
AUMENTO PARA O GOVERNADOR
Daciolo diz que a paralisação foi decidida após a notícia de que a Comissão de Orçamento da Alerj aprovou reajuste para o governador Sérgio Cabral. O projeto será submetido à votação do plenário nesta quarta (14). Se aprovado, o governador passará a ganhar R$ 18.318 mensais a partir de janeiro de 2012.
Em nota, a secretaria de Defesa Civil afirmou que "o comandante-geral do Corpo de Bombeiros, coronel Sérgio Simões, se prontificou a receber representantes do grupo" e que, "pelo histórico de conversas entre a corporação e o grupo, Simões não considera a possibilidade de paralisação das atividades".
"Uma série de medidas estão sendo tomadas para melhorar as condições salariais dos militares, como a antecipação de seis meses de reajustes salariais, totalizando, em 2011, um aumento de 11,5% nos vencimentos dos bombeiros; a ampliação do número de gratificações no valor de R$ 350 para mais de 10 mil militares; a concessão do auxílio-transporte e a aquisição de vans para operar o transporte dos soldados nos municípios que não operam o RioCard, entre outras", diz a nota. 

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Além de 12,6%, os policiais terão direito ao percentual que será dado aos demais servidores

RONDONOTICIAS: Coronel, a greve na Polícia Militar durou cerca de 10 dias. O que motivou a greve e como foi a adesão da tropa?
Coronel César: Me permita começar fazendo um retrospecto do que ocorreu nesses 10 dias de greve. O movimento começou às seis horas da manhã do sábado (03), quando houve o fechamento do 1º e do 5º batalhões, na capital, com as esposas dos policiais militares.
A partir do momento que tivemos ciência daquele fato, nós tomamos providências para enfrentar a situação. É importante que a população tenha conhecimento de que já estávamos fazendo as tratativas a respeito do reajuste salarial da PM há algum tempo, mais efetivamente nos dois últimos meses, quando a equipe do Governo, das secretarias de Finanças e de Segurança, e também os comandos da PM e dos Bombeiros, se reuniram periodicamente tratando essencialmente dos números.
Quando nós assumimos o comando da corporação, iniciamos uma tratativa, mostrando a nossa realidade e, obviamente, sabedores de que o Governo estava iniciando uma nova gestão, com o orçamento do ano anterior, nós haveríamos de, nesse primeiro momento, realizarmos estudos, para apresentarmos as necessidades, até em termos percentuais mesmo. E foi isso que sempre foi tratado.
Uma das associações, a Assfapom, ela passou a ventilar que havia sido colocado um percentual de reajuste de 44%. Na verdade, esse índice era a defasagem salarial dos policiais militares, comparado com as outras forças policiais do país. Isso era um percentual para estudo, ficou muito bem claro. Obviamente, que o Governo iria trabalhar isso para chegar a um percentual dentro das possibilidades do Estado.
RONDONOTICIAS: Comandante, em relação a essas paralisações, naturalmente que ela precisa da negligência de alguém, pois se trata de policiais. Quando há essas paralisações, o comando identifica quem negligencia para que as esposas tomem os quartéis?
Coronel César: Não tenha dúvida disso. Vamos fazer também aqui uma retrospectiva de movimentos anteriores. O primeiro manifesto foi em 1993 e por ocasião daquele movimento, nós tínhamos apenas as associações representativas de classe, que todas as policiais militares as tem: a representativa de oficiais, a de sub-tenentes e sargentos e de cabos e soldados. Assim era subdivido essas representatividades de classe.
Mas, a partir daquele momento nós tivemos aí o surgimento de associações que representam os familiares dos policiais militares. A primeira delas foi a Associação das Esposas. A partir da criação dessa entidade, passamos a ter o emprego, ou modo de operação dessas mulheres, fazendo o fechamento de quartéis, esvaziamento de pneus de viaturas e assim por diante.
Com relação à pergunta, esse movimento se iniciou com as mulheres. As associações até fizeram questão de deixar claro que se tratava de uma comissão de esposas. Mas, deliberadamente, já tivemos ali a presença do presidente da Associação Assfapom e também a presidente da Assesfam.
RONDONOTICIAS: Quando elas deflagram a greve, porque não são presas imediatamente?
Coronel César: Veja bem, nesse momento, temos ali a possibilidade de um confronto. Porque estão as mulheres em frente aos quartéis e obviamente que àqueles maridos das mulheres estarão nas proximidades, se não na frente dos quartéis, como ocorreu em abril último. Os maridos PM's ficam nos arredores, de carro, de motocicletas, auxiliando elas.
Então a deliberação ou decisão da desocupação de imediato da unidade precisa ser tomada, pois pode ocorrer um confronto entre os policiais militares de serviço, que não aderiram ao movimento, com os maridos ou com as esposas. Por isso, que a gente trabalha com a questão da negociação, de fazer o entendimento ocorrer, como acabou acontecendo.
RONDONOTICIAS: Coronel, enquanto os policias estiveram em greve, como ficou a segurança da população?
Coronel César: Quero antes abrir um parênteses aqui para explicar o seguinte: enquanto estávamos no processo de negociação, uma das entidades, a Assfapom, se afastou das negociações. As demais entidades continuaram negociando e inclusive na sexta-feira (02), anterior à paralisação, eu estive reunido com as associações Assesfam, Aspomil e Aspra, por três horas.
Saímos dessa reunião com uma aceitação, por parte dessas entidades, do percentual de reajuste de 12,6% que havia sido anunciado pelo Governo. Ficou acertado ainda um contato direto com o governador, no dia seguinte às 16 hs. Essa associação que se afastou, simplesmente no sábado pela manhã deflagra o movimento.
A Força Nacional, policiais militares, a COE e também o Exército, garantiram a segurança da população durante a paralisação. Nos antevemos e conseguimos junto ao Exército a liberação do espaço para o recolhimento de viaturas e de armamento dos policiais, impedindo assim que eles fossem aos quartéis.
RONDONOTICIAS: Quebrou o acordo então?
Coronel César: Ela estava fora das negociações. Não se pode falar em quebra de acordo, já que ela não estava continuando nas conversações com o Governo.
RONDONOTICIAS: É verdade que o Governo havia prometido 44% de reajuste?
Coronel César: A verdade é aquilo que disse agora há pouco: não houve esse comprometimento de ninguém. Esse foi um percentual de reajuste que estava em estudo, que seria tentado levar a efeito, ao longo dos quatro anos de Governo.  
RONDONOTICIAS: Quanto ganha um policial no início de carreira?
Coronel César: É importante frisar que com o aumento de 12,6%  e o reajuste de todo o funcionalismo, em abril de 2013 o valor do salário do policial militar, já bem próximo da PEC 300, em torno de R$ 3 mil.
RONDONOTICIAS: Hoje é quanto coronel?
Coronel César: O salário do policial hoje, bruto, é em torno de R$ 2.500 a R$ 2.600, somando-se o soldo, o auxílio fardamento, auxílio saúde e auxílio alimentação.
RONDONOTICIAS: Ao seu ver, é um salário justo?
Coronel César: Todos nós, a sociedade, e eu me incluo nela, concordamos que a Polícia deveria ser melhor remunerada. Não há uma remuneração no padrão do trabalho que o policial desenvolve. Agora, temos que ter a responsabilidade e ressaltar que o Governo está de portas abertas e negociando com a categoria. O Governo está de portas abertas e o comando está de portas abertas para o diálogo.
RONDONOTICIAS: O Governo manteve a proposta de 12,6%, que acabou sendo aceita pelos policiais militares. Como será dado esse reajuste?
Coronel César: Serão três parcelas de 4,2%. A primeira em janeiro de 2012, a segunda em outubro e mais 4,2% em abril de 2013. Além desse percentual, os policiais terão direito ao percentual que será dado aos demais servidores estaduais, que pode ser em torno de 6% em 2012.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Código Florestal só deve ser votado na Câmara em 2012, dizem líderes

O projeto que altera o Código Florestal, aprovado nesta terça (5) no Senado, só deverá ser votado na Câmara dos Deputados em 2012, informaram nesta quarta (6) líderes do governo e da oposição. A proposta foi aprovada na Câmara em maio, mas como foi modificada no Senado, deverá passar por nova análise dos deputados.
"É muito difícil [colocar em votação]. O projeto chegou aqui hoje e tem duas semanas [para o recesso]. O fato é que nem o Código Florestal nem a Lei Geral da Copa [projeto que flexibiliza licitação para obras da Copa] estão prontos para votar", afirmou o líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), após reunião de líderes no gabinete no presidente da Casa, Marco Maia (PT-RS).
Pela oposição, o líder do DEM, ACM Neto (BA), também avalia que não haverá tempo para votar o Código Florestal até o fim do ano. "O governo vai, com muita dificuldade, aprovar o Funpresp e só. O Código Florestal não vota esse ano", afirmou.
No início da noite, por volta das 18h45, antes de entrar no plenário da Câmara, o presidente da Casa, Marco Maia, confirmou que o Código Florestal não deverá ser votado pelos deputados em 2011. "Não teremos tempo hábil para votar o Código Florestal antes do início do recesso. É difícil. Qualquer pessoa que olhar para a pauta da Câmara, olhar para as medidas provisórias e olhar para o Funpresp, vai entender que dificilmente votaremos o Código neste ano", disse.
De acordo com o vice-líder do PT, Odair Cunha (MG), a prioridade é concluir até a noite da próxima quarta (14) a votação do projeto que cria o Fundo de Previdência Complementar do Servidor Público da União (Funpresp). A proposta tem como objetivo reduzir o deficit da Previdência. Pelo texto, os servidores terão aposentadoria até o teto do INSS, que atualmente é de R$ 3,6 mil, e se quiserem receber acima desse valor, deverão contribuir com o fundo complementar.
"O governo tem intenção de votar o Código Florestal, mas a prioridade é aprovar o Funpresp, Dificilmente conseguiremos votar o Código", afirmou Cunha. Para o líder do PT na Câmara, Paulo Teixeira (PT), votar a nova lei ambiental na Câmara em 2012 é "só uma hipótese".
Ele destacou que sessão desta quarta será destinada à votação de uma PEC que transfere da União para o Distrito Federal a responsabilidade de organizar e manter a Defensoria Pública do Distrito Federal. Ainda de acordo com o líder do PT, as sessões da próxima semana, na terça (13) e na quarta (14), serão usadas para aprovar o Funprespe e votar em 2º turno a PEC da Música, que concede isenção de impostos para a produção de CDs e DVDs com obras de artistas brasileiros.
Já a última semana da Câmara antes do recesso deve ser dedicada à votação do Orçamento de 2012. "Queremos dedicar os dias 21 e 22 para sessões do Congresso para votação do Orçamento da União de 2012", afirmou o deputado Odair Cunha.
O líder do DEM, ACM Neto, disse que irá obstruir as votações na Câmara porque o presidente da Casa não assumiu o compromisso proposto pelo partido de colocar a PEC 300 em votação no início de 2012. A proposta prevê piso salarial nacional para bombeiros e policiais militares.

Fonte: O Globo

domingo, 4 de dezembro de 2011

A segurança Pública precisa da PEC 300 e sua Lei complementar

Bem antes e já visto  neste país, muitos pais de famílias encontravam-se iludido por um sistema que não permitiu a aprovação da PEC 300; (Esta corrente política esquerdopata tributária do varguismo, do janguismo, do brizolismo). Optou por ser um ente botânico semi-parasitário, crescendo agarrada ao Lulo-petismo, que só se baseia em bolsas  e mais bolsas. Ou seja, equivale a uma trepadeira que se mantém enroscada em um pé-de-cana, nutrindo-se do nem tão fértil solo contribuinte do abnegado trabalhador brasileiro. Inebriada pelos fluidos elementares da planta hospedeira, a gerentona, que tinha tudo para ser a primeira “caudilha” da História do Brasil, acabou sucumbindo ao Lupismo (uma forma primitiva de banditismo sindical). Sua obstinação, ao recusar-se a botar o dito Ministro no olho da rua, porém, acaba revestindo-a de um manto de independência. Só fará, sem pressões, o que ditar a sua “consciência” (ou coisa que o valha): Exonerá-lo-á quando desejá-lo. Refém do Lupismo, agora se funde ao chavismo, ao kirchnerismo, e ao cocaleirismo, no plano internacional. Uma cerimônia antropofágica com reminiscências tropicalistas (ou vice-versa).
 
Bem antes e já visto neste País, os trabalhadores de Segurança Pública não mereceram um salário digno. Essa tropa que nem sequer imaginam em ser exonerado são os antes chamados de blindadores do sistema de governo, onde o bom salário e a proteção só pra quem é ou faz parte do sistema.Precisamos e devemos ser honestos o suficiente para continuar implorando aos políticos e homens de bem deste País, aprovem a PEC 300 e sua lei complementar. Não se deixem contaminar por “DILVACALUPISMO”. Precisamos ser melhor remunerados para que os nossos filhos, sejam os futuros políticos, e com consciência em vez de ambição.

Fonte: Blog do Lomeu